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Rir e Comer Bolachas

Da vida a dois

Não sei se acontece com toda a gente que gosta de ler blogs mas, às vezes, apetece-me ler coisas sem interesse nenhum, que não seja necessário ou didático, tipo revista Maria da blogosfera (sem desprimor para a revista). Quando assim acontece vou de link em link, por blogs que não conheço, á procura de qualquer coisa que me faça rir e distraia um bocadinho.

Pois que encontrei um, que não identifico porque não acho correto, que falava do uso partilhado da casa de banho, como último reduto da intimidade  entre o casal. Uso partilhado ao mesmo tempo, note-se bem.

Cada um sabe de si, e Deus sabe de todos, mas livre-se o meu gajo de estar comigo na casa de banho! Para irmos conversando enquanto lavo os dentes ou coloco as lentes de contacto,tudo bem, agora estar sentada na sanita e ele a ver? Ou ainda que não estivesse a ver, que estivesse presente, naquela divisão? Nos comentários li ainda que é normal, natural e (quase) recomendável que haja também libertação de gases entre o casal.

Admito, posso ser um ser estranho, com esquisitices e tudo mais mas... Não consigo, pronto! Sim, eu sei, toda a gente faz, é muito natural, e tudo, e tudo. Mas ele que o faça enquanto estiver sozinho e em sede própria! Tal como eu, se algum dia precisar de libertar alguma coisa, que no caso de uma senhora, é raríssimo acontecer.:)

 

Até porque intimidade e privacidade não são a mesma coisa.

Cenas de uma casamento contemporâneo

Conversa de um casal, à hora de almoço:

 

- o que é que te aconteceu a esta unha? Está mais comprida que as outras. - diz ele.

(...)

- Está mais comprida porque parti a outra unha, e depois esta e não limei a outra.

- Isso está feio. Logo à noite corto-te isso.

- Mas porque é que cada vez que te diriges a mim é para criticar qualquer coisa e não para fazer um elogio? Não tens nada para elogiar?

- Não é nada disso: estou a cuidar de ti! Não quero é que andes a fazer figuras ridículas...