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Rir e Comer Bolachas

Três coisas que quero fazer este verão

 

- A proveitar os dias de sol e calor na praia

E não lamentar o resto do ano todas as vezes que não fui. Por estar gorga, por querer dormir, porque a viagem cansa-me, blá-blá-blá

 

- Ser feliz

Cada vez mais me convenço que é preciso trabalhar, no duro, para ser feliz. É preciso vontade e muito trabalho, e quero isso para mim, não apenas no verão mas nas outras estações. Se eu estiver feliz, faço felizes os meus.

 

- Continuar a perder peso

Ainda que sejam 100 gramas de mês a mês, sinto que estou a ganhar saúde e energia. Lá para 2019 estou no ponto...

5 coisas que mudaram a minha vida em 2012,

pergunta o Sapo. Se mudaram para melhor é relativo mas vamos partir dessa premissa.

1 - Passei a viver uma situação de casada-ao-fim-de-semana-e-feriados que não é fácil para esta minha cabeça quadrada e (descobri) muito conservadora.

2 - O meu filho ingressou no ciclo preparatório e tornou-se pré-adolescente. Apaixonou-se perdidamente e desconfio que, em breve, terá o coração partido em bocadinhos pequeninos. Ou talvez, que a minha intuição engana-se sempre!

3 - Decidi perder peso e  ter uma vida saudável. Não consegui totalmente mas é um processo para fazer o resto da vida, e não apenas uns meses até perfazer o objetivo.

4 - Decidi ser uma pessoa organizada e falhei totalmente. É uma luta diária e perco sempre. Mas tenho esperança, hã? Algum dia acerto. Só o facto de ter decidido isso já mudou a minha vida para melhor, acredito que a decisão é metade do caminho.

5 - ... Esta ainda não está. Mas tenho muita fé.

Então não sou?!

Ler tem que ser um prazer. Ponto.

Deixar um livro a meio, ou até mesmo nas primeiras cinco páginas, não é uma coisa que me apoquente por vários motivos:

- um livro tem que ser lido na altura devida, se não se fez click logo no início é porque ainda não era o tempo dele

- há milhares de livros para ler, e até reler, para quê o sacrifício?

 

Happy place

O meu happy place é a minha casa. Apesar de ser um lugar comum é a verdade, a partir do momento em que meto a chave na porta que fico mais feliz.

Nem sempre foi assim, já houve um tempo em que voltar para casa era um tormento e o local de trabalho um refúgio, onde ligava o piloto automático e não tinha que pensar em mim. Um dia mudou, porque tudo na vida muda - o bom e o mau - e hoje nem consigo imaginar viver de outra forma que não voltar para o meu porto seguro no final de cada dia. Adoro a minha casa ao ponto de ter saudades quando vou de férias. Não pelas paredes, ou pelos móveis, mas pelo conforto que me traz. Ali só entra quem faz parte da minha vida por escolha própria, não faço fretes, nem quero que os façam comigo. Ali só está quem não concebe a vida de outra forma, sem mim.

A minha casa é ali, mas podia ser noutro sítio, desde que seja sempre o meu happy place.

O que é um blog, pergunta o Sapo.

Um blog é, gramaticamente falando, uma palavra que não sei como escrever. Será blog ou blogue?

 

O meu blog é um hobby, é das poucas coisas que faço por mim e para mim. Há dias em que o blog é uma forma de registo de situações, de fases, de idade e experiências, para memória futura; outros dias é uma forma de encontrar gente amiga em horários desencontrados, sem que seja necessária a presença ou a voz; há dias em que serve apenas para descontrair e falar de futilidades, e outros para refletir e dar ordem ou lógica aquilo que pensamos e sentimentos.

 

O blog dos outros é um vício que me permito. Uns para me entreter, outros para pensar diferente e outros ainda para me sentir mais "normal" e lembrar-me que vidas e pessoas perfeitas só mesmo no filmes, e não são em todos - até aí há que escolher bem!

 

Um livro infantil que gosto de (re)ler

O Principezinho, claro. Não o li quando era criança mas é dos meus livros preferidos, de tal forma que já ofereci a várias crianças! Não é um livro infantil, é para todas as idades e deve ser lido em várias idades também.

 

Uma das últimas edições deste livro tem imagens pop-up e está mesmo engraçado. Parece que pede a um adulto para contar a história.

Ah! E a Fnac tem este livro em promoção... Rica ideia!

Esta é polémica!

Cheguei a escrever sobre o assunto: madrastas e padrastos. Mudei de opinião. Se antes achava uma injustiça o preconceito, difundido pelas histórias infantis, hoje não defendo ninguém.

Para ser sincera até tenho que ir mais longe (já estou a sentir no lombo as pedras que me vão atirar): as madrastas são um problema. O parentesco já não ajuda nadinha, o facto de serem mulheres... ui! Ca-medo! São umas metediças, acham que também têm que participar na educação (e fazem sempre, sempre, melhor que a mãe - essa grande cabra!).

 

 

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(Pausa para pensar friamente)

 

 

 

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Se calhar foi o meu filho que teve pouca sorte...

Também sou madrasta, e sou fixolas! Nunca disse ser modesta, ok?

Se o Facebook fosse uma pessoa...

... estaria sempre disponível, que pode ser a sua melhor característica, sendo que o pior seria a sua indiscrição!

 

Tenho muita dificuldade em perceber a utilidade do Facebook. Como ferramenta de trabalho é excelente mas as pessoas utilizam-no para promover e divulgar a sua vida, como um diário aberto. Desde o 1º dente da criancinha ao divórcio do primo-que-foi-apanhado-com-as-calças-na-mão-e-que-a-mulher-soube-através-da-foto-em-que-o-vizinho-o-identificou...

Não me oponho a quem tem e utiliza, não critico e não condeno, quem sou eu para fazê-lo? Acho apenas que é um atentado à intimidade (claro que já ouvi a mesma opinião acerca dos blogues, embora não concorde).

 

Aquilo que me chateia mesmo é não poder concorrer à maior parte de passatempos e afins por não poder meter um like na página correspondente...