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Rir e Comer Bolachas

Quando não tem, inventa?

O destralhamento da casa levou a uma reflexão acerca da minha pessoa e do meu funcionamento, logo, também ao da forma como vivo e aquilo que transmito aos outros, principalmente ao meu filho. Tenho tentado educar-me, disciplinar-me, para que antes de me ouvir possa ver o que faço, seguir-me o exemplo. Se por um lado não me facilito no deixa-andar ou amanhã-penso-nisto-e-resolvo, por outro também percebo que sou humana e a perfeição não é possível, e estou mais tolerante.

O mesmo não se pode dizer do miúdo, que herdou o gene, e acha que a idade parva está agora a chegar e critica tudo. TUDO. Ele critica os anúncios na TV, ele critica um filme, ele critica tudo o que pode. Aquilo que não pode criticar verbalmente, critica por omissão de palavras e um olhar de "Dai-me paciência que eles não sabem o que fazem".

Tenho ignorado, tenho dito que devemos ser mais tolerantes mas isto começa a preocupar-me, as "fases" são temporárias e isto dura há bastante tempo. Dou por mim a pensar, pode uma criança de 10 anos estar frustrada? Sentir-se infeliz com a vida que leva? Depois penso melhor e vejo que tem tudo, ou nem tanto assim, mas tem mais que suficiente para ser feliz, principalmente amor e uma família enorme que o adora. Independentemente dos tempos em que se vive, isso é suficiente, não é?

 

2 comentários

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    trocatintas 24.08.2012 10:36

    Seria ótimo se não o fizesse com tudo, todos e a toda a hora! Mas há que aguentar, filho de peixe...;)
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