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Rir e Comer Bolachas

Só uma coisinha...

Ainda bem que amanhã é feriado (municipal)!

O que havia para correr menos bem correu... até um porta-chaves foi cair dentro da sarjeta, sem recuperação possível! Com duas chaves, de sítios diferentes. No trabalho, enganos e mais enganos e rectificações, e mais conferência, tudo para ontem! Não tenho dormido convenientemente (até uma cigarra canta à porta...) e chego ao final do dia a desejar ficar quietinha no sofá.

Amanhã por esta hora já espero ter tudo em dia, se resistir à Internet! Ah... e se já tiver voltado do Pingo Doce!{#emotions_dlg.sarcastic}

 

...

Não sei se isto acontece apenas comigo ou é mal geral mas eu sinto que, quanto mais tento melhorar certas coisas, pior ficam. Isto deve ser a forma retorcida, e nada original, da vida me dizer que devo estar sossegadinha e caladinha. E eu fico, pronto.

 

Mas que é muito injusto, é.

 

Há alturas em que revejo tudo o que fiz, tudo o que disse, na tentativa de perceber o que teria acontecido se tivesse feito ou dito de maneira diferente e, além de muito cansativo, é inútil - nunca vou saber. Porque já aconteceu, porque não recuamos no tempo. Depois vem a culpa - descubro que tudo o que é mau ou errado é culpa minha, minha responsabilidade. A seguir à culpa, vem a revolta - de repente toda a gente me deve e ninguém paga, toda a gente é mal intencionada e tem como único objectivo fazer de mim a pessoa mais miserável ao cimo da Terra. Por fim a aceitação - as coisas são como são e serão como têm que ser.

 

Diz-se que existem cinco estágios de sofrimento, desconheço se é verdade e se é igual a toda a gente, só sei que estes são os meus e nem sempre a ordem é a mesma. Curiosamente, descobri que perdoo os outros mais facilmente do que a mim mesma. E parece-me que os outros também...

 

Em tempos de contenção também existem excessos

Tinha o dia programado e o trabalho dividido, havia uma série de coisas a fazer antes de amanhã, para que o trabalho de amanhã possa render mas em vez de fazer o que queria, passei quase toda a tarde a ouvir. Ouvir pessoas conhecidas (nem familiares nem amigas) a falar sobre si mesmas e os seus problemas.

Não foi uma conversa, não havia qualquer interesse em ter o meu retorno naquilo que diziam, foi o "despejar". Não queriam conselhos, não queriam uma palmadinha nas costas, nada, apenas que ouvissem. A isto chama-se solidão. Não há com quem conversar, estão todos muito ocupados para ouvir, embrenhados no seu próprio fado, a resolver as suas mazelas, e eu, que sou paga para isso, sorri e perguntei se podia ajudar, então aproveitaram. Apesar do objecto da minha profissão não ter absolutamente nada aEm tempos de contenção também existem excessos ver...

Até parece mentira

Filosofia de bolso (I)

O problema da maiorias dos casamentos, ou "ajuntamentos", que conheço é falta de amor. Podemos dizer que era dinheiro, de tempo, conflito de personalidades, ou outra coisa ou tudo junto, mas não é, é falta de amor. Porque o amor não é suficiente para gerir o dinheiro, para aceitar e resolver o conflito de personalidades, não é suficiente para acreditar que vale a pena apesar dos pesares, e que qualquer outra possibilidade de vida sem o outro não é sempre pior que os problemas que existem.

Bolacha Maria e os planos

Ontem fiz anos de casada. Aliás, eu e o Bolacho fizemos anos de casados. {#emotions_dlg.inlove}

 

E os planos eram:

1- Ir ver uma exposição em Sintra ou a World Press Photo ao Museu da Eletricidade, seguido de jantar romântico, com muito namoro à mistura

 

ou

 

2- Aproveitar o final de tarde fabuloso e depois jantar à beira mar (um jantar romântico), com muito namoro à mistura.

 

O que de facto aconteceu:

 

O Bolacho teve um imprevisto no trabalho que o fez sair mais tarde, no caminho apanhou trânsito e chegou ao pé de mim às 9h da noite. Como o sol já se tinha posto e a praia mais perto fica a 53Km, jantámos num sitio agradável, perto de casa, com um Bolacho stressado com o que lhe tinha acontecido e portanto o tema do jantar foi... trabalho.

 

Para o ano há mais. {#emotions_dlg.inlove}  (não sei se dá para perceber, mas este boneco está a ser do mais irónico que há!)

 

 

Trocatintas, a salutar

Meti na cabeça que vou ser uma pessoa saudável e adotei uma postura diferente, não fiz muito alarido porque isto é como a história de Pedro e o Lobo, tantas vezes disse que já ninguém acredita.

A alimentação já andava mais regrada, consegui diminuir a quantidade e aumentar qualidade, bebo, pelo menos, 1,5l água por dia, mas o problema eram mesmos os doces (leia-se chocolate) e parece que resolvi o problema por um tempos. Comecei também a fazer exercício em casa: tenho um banquinho repousa-pés que agora faz de step e vejo um programa qualquer a subir e descer aquilo, e salto à corda. Não aguento muito tempo, começo a transpirar como se não houvesse amanhã mas acredito que vá melhorando...

 

Hoje vou iniciar uma nova modalidade: da porta do prédio até à arrecadação e voltar, e ir e voltar até aguentar. Ou até os vizinhos chamarem a polícia porque anda uma louca no prédio a subir e descer escadas. Sim, são só dois andares, e então? Para quem não levantava o rabinho do sofá tudo é exercício.

 

 

Nota: Quando deixei de fumar a minha melhor amiga disse-me que ia ficar com uma pela ótima, e blá, blá, blá... Nada, a não ser olheiras! Tão certas como o sol. Desde que me mexo, ando com as costas numa miséria... Cada vez que me levanto grito um Ai!