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Rir e Comer Bolachas

Ainda sobre a mudança....

Bom, para inicio de conversa, já não sei se vou encarar este objectivo de mudança como um desafio, ou pelo menos como eu encaro os desafios, que é definir datas e objectivos e depois ir controlando. Porque uma coisa é desafiar-me a não fazer compras e/ou emagrecer (objectivos do ultimo desafio e que concluí com um sucesso considerável) e outra coisa bem diferente é tentar uma mudança que honestamente, tenho quase plena certeza que não cumpro. Não é que não tenha vontade (para minha própria tranquilidade e equilibrio), o problema é que isto de me imiscuir na vida da minha familia (mãe,pai,irmãos, sobrinhos :-) já faz parte de quem sou/somos. Eu sou assim, e eles também o são comigo. Não tanto, é verdade, mas até aqui eu tenho uma (bela) desculpa: sou a mais velha, tenho uma diferença de idade grande em relação à mais nova e sempre me senti a "mãe" de todos. Ninguem me incumbiu desse papel, eu própria o tomei para mim....

 

Além disto, para mudar era necessário acreditar (mesmo à séria!) que EU preciso de mudar. E... eu continuo a achar que não sou a única a necessitar de mudanças. Os outros, com quem (con)vivo, também.

 

Mas... não vou desistir. Vou mesmo tentar. E até já pensei em truques: "Coração que não vê, não sente", certo?....Então, é fazer-me de morta como os cães, e assobiar para o ar.

 

{#emotions_dlg.sarcastic}

 

 

Será que muda?

Parece que a residente Bolacha Maria resolveu mudar. Eu acho lindamente. Acho ainda melhor o facto de nos avisar, que os mais distraídos não davam por nada... A mudança dela parece a minha dieta: tens tantos atrasos de início e/ou atrasos que é difícil perceber! {#emotions_dlg.evil}

 

Esta história de mudar, de resoluções, tem muito que se lhe diga, há uns itens que não se podem descurar, sob pena de arruinar a mudança, ou nunca levá-la a cabo. Um deles é saber o motivo da mudança - parece óbvio mas não é tanto assim, muitas vezes mudamos pelo bem-estar de outros. Quando mudamos por nós, para nosso benefício, é mais fácil não ceder á vontade de deixar tudo "na mesma", é fácil lembrar que o que motivou a vontade não modificou. Outro, igualmente importante, é perceber os nossos limites e não esperar que uma mudança surja de imediato (exceção feita a coisas que necessitem de corte brusco, como deixar de fumar) e que alcancemos a perfeição. Não somos perfeitos. Ponto. Mas podemos e devemos melhorar, temos essa obrigação como seres humanos, e mais ainda como cristãs e católicas, que é o nosso (meu e da Bolacha) caso.

 

Posto isto, vamos esperar para ver como se dá a mudança, ou a tentativa de mudança. Porque hábitos são difíceis de mudar mas o pensamento... é muitíssimo mais complicado. Mas cá estarei para revirar os olhos e puxar-lhe as orelhas! Cof, cof.

Mais um Desafio aqui na barraca

Ora bem: fartinha de ouvir que sou "brutinha comás casas", que tenho de "mudar maneira de pensar e estar na vida", eis que chega uma nova etapa: vou mudar. Quer dizer: vou TENTAR. É nisso que consta o meu desafio: mudar. Vai ter uma data , que servirá para fazer o balanço:

10 Maio.

E porquê esta e não outra? Porque é uma data especial e dá tempo suficiente para modificar algumas coisas...

 

E é isto.

 

Vou dando noticias e a Trocatintas vai "fiscalizando"...

Coisas giras do universo blogosférico

Das coisas mais giras que a blogosfera me trouxe foi conhecer outras vidas, não falo de episódios descritivos da intimidade de cada um mas daquelas coisas que não faz mal partilhar, onde podemos encontrar semelhanças, ou até diferenças, e encontrar uma sensação de "normalidade" que é a loucura de viver todos os dias (há bastante tempo que digo que a vidinha rotineira de todos dá um enredo semelhante a uma novela).

 

Não sei se vos acontece mas tenho tendência para criar uma imagem para determinada pessoa com o passar do tempo, e através do que leio imagino a voz, a forma de falar, a fisionomia, quando acontece conhecer a pessoa é o máximo! Nada a ver. Acho muito engraçado ouvir a voz de quem me habituei apenas a ler e dar (a minha) entoação. Aconteceu-me hoje quando este vídeo, a pessoa que eu imaginei era totalmente diferente, sendo que a única semelhança entre a imaginação e a realidade era a forma "desempoeirada" como se expressa.:)

Do fazer bem ou despachar a coisa

Gosto muito de ler as "gordas" das notícias enquanto bebo um cafezinho a meio da manhã. Agora, andava eu a ler os títulos do Sapo e deparo-me com a seguinte frase "Slash: Axl Rose odeia as minhas entranhas"... Abri a notícia, apenas para ver se era uma péssima tradução e/ou falta de brio ou atenção, ou se esse maluco do Axl tinha ido espreitar as entranhas, qual policia forense de quem ainda está vivo, do ex-colega de banda... Lá pelo meio leio "(...)Sinto que a vossa presença é totalmente obrigatória e que adoraria tocar (...)”. Supostamente o Slash diz isto a um jornalista, certo? Quando diz "a vossa presença" refere-se a jornalistas? Não, é apenas um texto muito, muito mal traduzido; as palavras que suponho terem sido dito em inglês podem ser traduzidas de várias formas. O que me faz confusão é ninguém dar conta de que nem sequer faz sentido... 

 

Não vem daqui mal ao mundo, eu sei, a notícia é mais "palha" que outra coisa, mas acredito que nestas pequenas coisas revela-se o profissionalismo das pessoas. Por estas e por outras é que dizem que tenho mau-feitio... Calúnias, portanto!

 

Podem ver a notícia na íntegra aqui.

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