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Rir e Comer Bolachas

Diz que sim, que já chegou...

E pronto, cá está a loucura do Carnaval. Não é preciso exagerar, não é? Pronto, está bem... Tirando o choro que para aí vai de não haver tolerância de ponto ninguém deu pelo Carnaval. Ninguém a não ser os pais, claro, que têm que mandar as criancinha para os desfiles.

Eu, como péssimo exemplo a seguir, sempre detestei o carnaval e máscaras e tudo o que se relacione, e o meu filho, provavelmente por nunca ter sido estimulado nesse sentido, idem. Não faz questão de ser mascarado, passe-lhe ao lado estes dias, se puder, nem seque vai à escola em dia de desfile. Mas este ano roeu-me a consciência. Talvez devesse incentivar, assim se não gostar do carnaval já sei que não é minha responsabilidade, são escolhas.

Também não queria mascarar o miúdo de um boneco horrível, todo enfiado num fato coleante de um super-herói qualquer... Então lembrei-me que, no ano passado, a minha blogger favorita fez um trabalho excelente e lembrei-me de a imitar à descarada! Agora só falta perguntar se quer ir assim mascarado ou não, aposto que sim, e encontrar as coisas para o "artilhar".

Ah... e tomar um xanaxzito, que isto de transformar a criança num punk imberbe é coisa para me deixar com falta de ar, a pensar no quão velha estou a ficar!

Coisas (tão parvas, que nem chegam a ser coisas "de gaja")

Ontem chateei-me com o meu marido, e ele comigo... porque chateei-me com ele.

Ele diz que eu não tenho fome, que o meu mal é gula! Que faço bolinhos. Que não lhes resisto. Que devoro chocolate. Que faço uma caminhada de meia-hora de três em três meses e digo que "desta é que é", "raismepartam se não é desta que fico magra".

Eu fiquei piursa com a sua falta de sensibilidade. Piedade, foi a palavra que utilizei. Porque não entende a minha necessidade de comida, de doces. E porque compra madalenas de chocolate e coisas que tais cá para casa, sabendo que gosto de "roer" aquelas coisas à noite. E mais umas coisas que lhe disse, sem razão, eu sei. Mas há que defender o ponto de vista até à morte. Ou até conseguir vencer o adversário, pela exaustão.

 

Isto para dizer o quê? Duas coisas.

1 - Desta é que é.

2 - Não se riam, porque é mesmo.

 

 

Nota: O facto de haver uma cabra mulher que A-DO-RA mostrar-me a barriga e dizer que tem que comprar um cinto porque as calças, que lhe ficavam justinhas, estão largas, porque pesa SÓ 60 kgs e tem 1,70, e não tem fome... é capaz de ter qualquer coisita a ver com esta decisão.

Desafio BM dia 70 #

Ops!... Já se passaram setenta dias?!....Xinamén!

 Bom, na verdade está a ser um desafio mais ou menos tranquilo. E mais ou menos, porque aqui a lontra, apesar de andar a malhar no ginásio duas a três vezes por semana, quando chega a hora da comidinha, não há cá massas integrais e iogurtes magros. Como pouco, é certo, mas comida normal, de gente normal que não tem problemas de excesso de peso! Mas tenho fé, não em mim, entenda-se, que sou um caso dificil, mas no gajo que às segundas feiras grita: "Vamos subir a montanha! Dá-lhe carga! Mais carga! Fica,fica,fica!" E quando eu reviro os olhos e digo que não consigo, que vou morrer ali, ele responde que " Se volta a queixar-se, ponho-lhe mais carga!" ... Portanto, vamos ter fé. Muita fé, porque a balança continua firme nos 66Kg (já perdi 0.5Kg, também já ganhei 2.1Kg. Sim, já estive nos 68.100Kg) .

 

Quanto ao resto do desafio, no que se refere às compras: zerinho. Mesmo nada. E incrivelmente, não me custa. Já passei por uma fase supostamente dificil, os saldos, mas nem isso me tentou.

 

E já ando a magicar noutro desafio. Mas primeiro quero chegar ao fim deste (só faltam 21 dias!) com resultados positivos.

 

A ver vamos.

Contradição

Não sou especialista, nunca perguntei a ninguém, não me lembro de ter ouvido alguém dizer, mas penso que as frustrações são um espelho do que não fazemos face aquilo que gostaríamos de fazer e ser, pelo menos é o que se passa comigo. Eu tenho noção daquilo que gostaria de fazer e ser, e não faço. Porque dá trabalho, porque sou preguiçosa, porque... sei lá!  Quero ser organizada mas os hábitos que tenho não vão nesse sentido, quero ser magra mas como como se precisasse de engordar, quero ser saudável mas não faço exercício físico, quero fazer uma alimentação saudável mas não resisto a doces e batatas fritas, quero que acreditem que sou capaz mas não mantenho uma decisão por muito tempo, enfim... Toda uma panóplia de contra-sensos.

 

Tenho pena que assim seja, porque na minha imaginação ou nos meus desejos mais profundos vejo-me enérgica, feliz, cheia de pica para viver. Vejo-me a correr, com música nos ouvidos, ténis confortáveis, e contente. Como se a deixar os problemas e arrelias todas para trás, como se corresse por prazer e por necessidade do bem-estar que me provoca. Não sei de onde isto vem, talvez de alguma publicidade que tenha ficado calcada no meu cérebro. Só tenho pena que não me meta porta fora!

Melhor série de sempre (até ver)

Estou, deliciadamente, viciada na série Modern Family, ou uma Familia muito moderna (segundo parece).É SÓ a melhor série a retratar uma família disfuncional, que são todas: um casal com um filho burrinho, uma espartalhona e uma geek impopular; um casal gay, com filha vietnamita; um pai com um segundo casamento e um filho "emprestado"; uma colombiana, gira que se farta, casada com o patriarca da família... Fantástica! Ainda ontem vi 3 ou 4 episódios seguidos e vi que me fartei.

 

Já procurei à venda e não consigo encontrar, e nos entretantos, tenho que esperar que a minha sobrinha venha a casa para me trazer mais uns episódios, que muitíssimo agradeço mas que só posso ler no pc e não estão traduzidos. Se antes não era problema, agora vai sendo porque se falarem muito depressa já não consigo perceber tudo. E, confesso, não percebo todas as piadas... A idade faz estas coisas. Dizem. Depois, vejo sozinha, porque o esposo não gosta de ver no pc, e não é a mesma coisa, gosto de partilhar!

 

Resta-me esperar, e treinar o ouvido. Alguém sabe onde se vende isto? Ou porque motivo não há à venda? Ninguém gosta, é isso?

 

Desorganizada em recuperação - O 2º antes e depois

 

A ideia era fixar a tábua na geringonça que está pendurada na porta mas não coube... Nem o ferro se fixava no sítio dele. Chamar nomes feios não adianta, mandar aquilo pela janela fora não era solução e lá se resolveu a questão. Acho que até prefiro assim...

A tábua está ao lado do estendal, não incomoda ninguém; o estendal, por ser tão pesado, achei melhor não fixar na parede, pelo menos por enquanto; o balde + esfregona também vão ficar por aqui, quando decidir como; alguns dos frascos (limpa-jantes e afins) que raramente são utilizados também saltaram para aqui.

Ah... o saco, que contém sacos, foi reduzido para metade e fica no cabide (que se vê por cima da pá), conseguindo manusear tudo aquilo que lá está.

Espetáááculo! A minha casa começa a parecer prática e funcional!:)

Desorganizada em recuperação - O 1º antes e depois

Quando o espaço é pequeno não dá para "armazenar", tive que fazer uma escolha do que queria manter, e do que iria tirar daqui, afinal, de que adianta ter muita coisa se não consigo tirar, acabo por esquecer-me que tenho, ou para não ter muito trabalho acabo por substituir por outro produto mais "à mão". De seguida, arrumei o que uso diariamente de forma a poder tirar facilmente, e o que é usado com menos frequência de forma a ficar visível.

Na prateleira debaixo fiz mais ou menos o mesmo: só ficou o que é usado com frequência. As tampas ficaram alojadas numa prateleira que comprei no Lidl; fixado na porta do armário está uma engenhoca (também do Lidl) que alberga as tampas das caixas plásticas e mais alguma que seja necessário. Ah... e fecha!:)

Lição aprendida: Reduzir - não adinta ter muito se não for utilizado.

Do cinema

À hora de almoço estava a conversar com a Bolacha Maria acerca de idas ao cinema, que se tornam caras, e cada vez mais raras para nós. Pelos vistos, pelos mesmos motivos: combustível, portagens, estacionamento, pipocas, águas, família grandita, refeição a seguir (ou antes) nas imediações. Claro que se pode cortar nas portagens, no estacionamento, pipocas, deixar os putos em casa (ahahahah!) mas não é a mesma coisa!

 

Ainda por cima, parece que já não há aqueles filmes Tcharann, que não se podia esperar para sair em dvd, que era necessário um écran enorme e o som a fazer o coração andar aos pulos... Os filmes agora são todos maizómenos: suficientemente bons para serem vistos no sofá, enquanto passam na tv, mas não o suficiente que me façam perder a cabeça e gastar 30 ou 40 euros com a maralha no cinema.

Há coisas bem mais giras para se fazer, mais baratas e até gratuitas, e o cinema vai ficando para trás...

Gostar ou não gostar, eis a questão

Vamos já esclarecendo uma coisa: eu sou daquelas que dizem que não gostam do dia dos namorados. Acho piroso, é uma tradição que não é nossa, blá, blá, blá, mas a data aproxima-se e começam as ideias para presentes, as escapadinhas românticas, as surpresas que ouvimos preparar e dá-se uma espécie de contágio. É como se o rebanho fosse todo para um lado e eu fosse para outro, e acabo por sentir que, se calhar, até gosto da data, ou melhor, é um pretexto para sermos lamechas. Qualquer pretexto é bem vindo, a malta precisa de amor.

 

Se me debruçar sobre o assunto, faço questão de não gostar do dia mas caramba! também não tenho qualquer prazer, nem vejo vantagens, em ser a única pessoa a não receber um miminho extra naquele dia. É confuso, pois é. Por isso é que nem o meu marido sabe o que deve fazer. Há dois anos chateei-lhe a cabeça porque parecia que fazia gosto em não fazer nada amoroso naquele dia só para marcar uma posição; no ano passado, ofereceu-me um miminho e recebeu muito amor, zero prendinhas... Vamos lá ver se acertamos agulhas este ano.{#emotions_dlg.bunny}