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Rir e Comer Bolachas

Da falta que fazemos e da falta que nos fazem

Esta manhã começou logo com uma dissertação acerca do estreitamento dos laços familiares, ou até dos que não são familiares de sangue mas são, ou eram, próximos. Começou por acaso e acabou rapidamente porque ninguém cedeu na sua opinião e ficámos cada uma com a sua, de qualquer forma, fiquei a pensar naquilo.

 

Acredito, veemente, que uma relação entre duas pessoas (quaisquer pessoas) tem que ser feita pelas duas pessoas e não de forma unilateral. Se de um lado não vemos grande preocupação em estreitar a proximidade, geográfica ou não, é porque não há vontade. "Ah e tal mas a outra pessoa pode dizer o mesmo..." Não, não pode, porque eu estou aqui, contactável, no mesmo sítio de sempre, mas se não for eu a fazer o primeiro contacto nada acontece. E isto diz-me que, se não acontece, é porque não faço falta à outra pessoa. "Ah, isso é teimosia" ou "És tão orgulhosa", não acho. Foi a forma que encontrei de não sentir falta dessa(s) pessoa(s), é tão legítima quanto a falta de vontade de estar comigo, ou de saber de mim.

Porque nestas coisas, para mim, não há excepções:

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