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Rir e Comer Bolachas

De Bela Adormecida a mulher das cavernas

 Tenho o sono pesado e é um inferno para acordar. Consigo desligar o despertador e voltar para a cama sem sequer acordar. Já cheguei a manter uma conversa e só depois de dizer uma parvoíce qualquer é que o meu gajo percebeu que eu estava a dormir ainda. Adiante.

Precisava de qualquer coisa que me despertasse, que me fizesse desligar o piloto automático e ficasse lúcida. Aproveitei ter um smartphone, fiz o download de um aplicação e tem resultado (resulta no sentido em que acordo mas não sei se é coisa para durar)

A tal aplicação toca à hora desejada e para se calar, seja de modo definitivo seja em modo snooze, obriga-me a responder a operações matemáticas. Eu O-D-E-I-O matemática. Mais ainda que passar a ferro, só para verem quanto é. No início, armada em boa e com medo de dar respostas sem acordar, defini a dificuldade para o máximo. Número de perguntas - 3. Ia tendo uma sincope. Já acordada não acertava com a coisa à primeira (nem à terceira, quanto mais...) e queria despachar aquilo porque já estava farta (e a sentir-me idiota) e o raio do telefone só a fazer perguntas difíceis. Mudei para nível fácil mas aumentei a quantidade de perguntas - se quero adiar a hora de tirar o rabo da cama, tenho 5 (cinco) perguntinhas para responder. Assim parece fácil, mas é uma coisa que me tira do sério, e da cama, só pelos nervos que provoca. Contas de subtrair, então, é para esquecer... Dou comigo a falar sozinha para o telemóvel "31 -17 não são 18?? Então?". Há, também, a bonita possibilidade de trocar a pergunta, coisa que faço amiúde e várias vezes seguidas. 25 - 16? Sei lá, outra. 37 - 23? Oh porra para isto. 3x7? 40. Raisparta ao telefone e às ideias que tenho, dasse!

Lá acordar, acordo, agora bem disposta não prometo!

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