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Rir e Comer Bolachas

Até que enfim, discurso novo!

A conversa à hora de almoço foi um bálsamo. Não houve conversas de crise, de falta de dinheiro, de desgraças, nem de doenças, falou-se de um projeto novo, de mudanças, ideias. Nem sequer tem nada a ver comigo, mas fico contente! Estou farta, tão farta, desta cabr@ desta crise que só me apetece puxá-la pelos cabelos e fechá-la num armário, apertadinho! A crise e as pessoas que se alimentam dela, cujas conversas são como um cancro e se espalham, até não restar mais esperança, mais nada. É que já não há paciência para mais conversas dessas, arre! O que sugerem, suicídio coletivo?

 

São muitas as dificuldades, já sabemos que está tudo muito caro e tudo o que está inerente. A sério, já sabemos! Já tenho medo de ir à caixa do correio (=contas), antes de ligar qualquer interruptor penso se é necessário, até lavo louça e roupa à mão (não tudo, claro), e ainda sou das sortudas que vai tendo trabalho... Por isso, e falo por algumas pessoas também, sei o que é. Não preciso de mais noticiários, nem grandes reportagens com o mesmo assunto. Se é para fazer alguma coisa, chamem-me, se for para mais queixinhas e desgraças, deixem-me sossegado, por favor. Tenho um filho para criar e não o faço com uma depressão (que também sei o que é, obrigadinha).

 

Falem-me de outra coisa. Falem-me de soluções, puxem-me pela imaginação e façam-me falar de ideias. Não paga contas, pois não, nem as desgraças! Por isso, fiquei contente e espero que corra tudo pelo melhor, e que tenham sorte porque o talento e trabalho já têm com fartura.

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